Historial

A Associação Portuguesa das Casas Antigas desde a sua criação em 1978 empenhou-se na defesa dos interesses dos proprietários de Casas Históricas, cujos princípios estabelecidos nos seus objectivos estatutários são similares aos seus congéneres europeus, tendo como primeira importância a sua preservação e protecção legal.

Na linha de conduta traçada desde os primórdios foram criados contactos singulares com entidades públicas e autárquicas, para instituirem um corpo normativo que harmonizasse com os interesses dos detentores do património civil privado com os interesses gerais , de forma defender e apreservar o extenso património imobiliário e mobiliário português.

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Outro objecto que nos impulsionou foi o desenvolvimento turístico e o aproveitamento comercial das Casas Antigas. Este tipo de actividade há muito que se aplica pelos nossos parceiros Europeus como forma de suportar em parte os encargos assumidos pelos proprietários, com a sua necessária promoção através dos meios de comunicação social.

Em 1985 dentro movimento associativo gerado nesta nossa comunidade de interesses de cultura e de património foi criado o Conselho de Honra, com vista a distinguir entidades notáveis. Sua Alteza Real o Duque de Bragança ao aceitar a sua Presidência quis honrar e reconhecer o esforço da nossa Associação em prol do Património Histórico Civil Privado Português.

As situações em que a Associação foi chamada a intervir e a sua complexidade tornaram imperioso a constituição do Conselho Científico em 1991, órgão que pela sua capacidade e competência dos seus membros reforçou a capacidade de intervenção. Também com a preocupação de dinamizar a presença da Associação a nível regional foram criados os lugares de Directores Delegados Regionais que permitem criar núcleos de intervenção e especificos das idiossincrasias locais.

Na promoção do alargamento das nossas relações internacionais filiamos a Associação na União das Casas Históricas Europeias, respondendo à necessidade de trocar impressões sobre temáticas comuns e de reunir os esforços e capacidades, para conjuntamente com outros, proteger e preservar o património comum cultural europeu da sociedade civil.

O Estado ao atribuir à nossa Associação com o estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública distinguiu profundamente a nossa presença na sociedade portuguesa e conferiu uma confiança acrescida dentro dos propósitos estabelecidos nos nossos Estatutos.

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